Somos nós que organizamos a sessão de quinta à noite.
O ténis é a parte fácil. O trabalho é fazer com que o ténis seja divertido: juntar as pessoas de forma a que ninguém leve 6-0, manter todos os campos ocupados, garantir que os mesmos dois amigos não jogam um contra o outro a noite inteira.
Fizemos isto no papel, depois num chat de grupo, depois numa folha de cálculo com fórmulas em que não confiávamos muito. Dava trabalho todas as semanas, e resultava, até àqueles quarenta minutos antes do primeiro serviço em que dois jogadores desistem, alguém traz um colega, e o quadro todo tem de ser refeito à mão enquanto toda a gente espera de raquete na mão a perguntar em que campo vai jogar.
É para esse momento que a Turnale foi feita. Dizes o que mudou, numa frase, como dirias a um amigo, e o quadro, os campos e a classificação resolvem-se sozinhos antes de alguém acabar o aquecimento.




